Um dia tão lindo,
Mar mima nos grãos de areia
Vento suave e fresco
Os meus passos ficaram marcados nos grãos de areia,
Ao longo do caminho,
Que queria o meu espírito e a minha alma esvaziassem no meu corpo por alguns momentos
E apreciar com a Mãe Natureza
De repente, nesse dia tornou mais feio,
O que eu vi um ser vivo sentado
Juntando com grãos molhados de areia
E mar encobria em cima dela por vezes
Bem quieta
Nem deu um movimento
Que parecia morta
Mas reparei que a cabeça que se moveu
Dei uns passos para frente
Para ver se estava viva
E estava.
Mas, infelizmente, estava ferida
Que não consegui descobrir onde se feriu,
Sem mais nem menos, quis, imediatamente, levar-lhe para a zona segura e seca,
E sentei-me ao lado dela
Para pensar o que podia útil com ela,
Durante nesse momento, pensei que deveria estar lado dela até a morrer,
Para ela não sentisse sozinha
Mas, pelo visto, que era má ideia,
Mudei as ideias, decidi procurar a ajuda
A minha toalha encobria o corpo dela,
E assegurei-a no colo
Andei, andei e andei com milhares grãos de areia
Ao longo do caminho, banhistas viram-nos
Com caras horrorizadas,
É tão óbvio que não quis saber o que eles pensam e dizem,
Portanto, não liguei-os,
Cheguei no quiosque do nadador salvador,
E entreguei-a
Com grande desilusão, ele não tratou como se deve tratar uma gaivota,
Deixou-a, simplesmente, no chão do quiosque,
Logo percebi que não ajudou-a muito
E fui-me embora sem mais nem menos,
Com grande ferido no meu coração,
E pus-me com duas questões,
-fiz bem?
-ou não fiz bem?
Infelizmente, nessas duas perguntas do qual nunca vou saber a resposta
Mas só podia dizer à gaivota
Que peço desculpa se fiz mal,
Nesse dia do qual nunca esquecerei,
Do qualquer modo, nunca!
Nesse dia foi na altura de Páscoa em 2008.
Com grande respeito, peço desculpa pela minha escrita portuguesa, pois a Língua Portuguesa é a minha segunda Lingua.
Pedro Ribeiro
.jpg)


